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Vacinação

Lei da Vacinação preventiva no Japão. Quais vacinas seu filho deverá tomar?

 

Muitas mamães tem dúvidas a respeito de vacinação no Japão. O texto abaixo é um resumo do Plano de Vacinação Preventiva, está sendo divulgado no site do governo japonês, arquivo PDF. O calendário de vacinação depende de cidade para cidade, por isso, no caso de dúvidas compareça ao balcão da Prefeitura e se informe. As datas das vacinas são informadas pelos formulários enviados pelo correio, nem sempre acompanham tradução em português. Caso você  não tenha recebido o comunicado, entre em contato com o Centro de Saúde ou a prefeitura de sua cidade. Algumas vacinas são gratuitas, outras não.

Todas as aplicações de vacinas preventivas no Japão são acompanhadas de instruções para que sejam lidas pelos responsáveis da criança, antes da aplicação. Caso receba o texto em japonês, e a prefeitura de sua cidade não disponibiliza material traduzido em português, procure se informar sobre o conteúdo da informação da vacina com amigos ou tradutores.

Vacinação Preventiva予防接種 (yobou sesshu)

A resistência natural (recebida pela mãe) da criança à doença (imunoglobulina), esgota-se naturalmente. No caso da imunoglobulina à Coqueluche (Pertussis) até o 3º mês de vida; Sarampo, com até 12 meses de vida. Devido a esse fato, ultrapassando o referido período, para prevenção às doenças, o próprio bebê deve desenvolver as próprias imunoglobulinas. A vacina vêm à auxiliar nesse processo de desenvolvimento e construção de anticorpos.

Com o desenvolvimento, a criança passa a ter muitas oportunidades para sair, aumentando o grau de risco à infecção. Ainda, a vacinação tem por objetivo, não somente a prevenção pessoal, mas também evitar a transmisão de doenças infecto-contagiosas.

Público alvo à vacinação periódica.

Aproximadamente com dois ou três meses de vida,  será enviado pela Prefeitura, instruções para vacinação. Quem não receber deverá entrar em contato com o Centro de Saúde de sua cidade.

Vacinação no período de lactente

Existe a forma de aplicação em grupo e individual. Aplicação em grupo: Vacina no centro de saúde. Aplicação individual: Vacina na instituição de saúde indicada

Vacinação dos estudantes a partir do início do ensino fundamental


Intervalo para quando da aplicação de diferentes tipos de vacina

Existem dois tipos de vacina. Vacina viva e vacina inativada.  Quando houver necessidade de aplicação de tipos diferentes, é necessário que respeite o intervalo requerido.

Cuidados antes de ir à vacinação (yobou sesshu o uke ni iku mae ni)

À princípio, a administração da vacina deve ser feita quando estiver em boas condições físicas. Pedimos que os pais observem com atenção, a constituição e condição física no cotidiano. Assim sendo, quando perceber algo anormal, faça uma consulta no hospital ou clínica de sua preferência ou procure o centro de saúde.
Para que possa receber a vacina com segurança, os pais, devem atentar aos itens abaixo e decidir se poderá ou não receber a vacina.

1. No dia da vacinação, desde cedo observe com atenção a criança, e confirme se não há nada. de anormal, comparado com outros dias. Mesmo que esteja programado para receber a vacina, se perceber que o corpo não está bem, consulte o hospital ou clinica de sua preferência, e decida se poderá ou não receber a vacina.

2. Sobre a vacina prevista a receber, leia o livreto [a vacina e a saúde da criança] , compreenda sobre a necessidade e reações colaterais. O que não entender, procure se informar antes de receber a vacina, perguntando ao médico.

3. Impreterívelmente, levar a caderneta de saúde da mãe e filho.

4. O Formulário de exame preliminar, é importante fonte de informação ao médico que fará a administração da vacina. Preencher de forma responsável.

5. Deverá acompanhar a criança à vacinação, o pai ou mãe (responsável) que mais conhece as condições de saúde da mesma.

Ainda, será administrada a vacina somente se estiver de acordo com as regras de vacinação e após compreender os resultados ou possíbilidade de reação secundária da vacinação.

Criança que não pode receber a vacina.

1. Quando se vê claramente que a criança está com febre (temperatura corporal de 37.5 ºC ou superior).

2. Criança que claramente se vê, estar com doença (aguda) grave e devido à essa doença, tem necessidade de tomar medicamentos e pelo fato de posteriormente não saber as alterações, a princípio não receberá a vacina nesse dia.

3. Elemento componente na vacina que provoca a anafilaxia. É conhecido como anafilaxia, forte reação alérgica, em menos de 30 minutos após a aplicação da vacina. Muito suor, inchaço do rosto repentino, urticária, náusea, vômito, falha da voz, dificuldade na respiração etc, seguindo à estado de choque, provocando por forte reação em todo o corpo.

4. Trauma causado por queloide encontrados na criança, provocado em ocasião da vacinação BCG.

5. Criança que já teve a doença ou está com a doença cuja vacina está pretendento tomar. Outros, quando o médico decidir ser inapropriado. Mesmo não sendo aplicado à qualquer dos 5 itens acima, caso o médico decida ser inapropriado, não poderá receber a vacina.

Crianças que necessitam de atenção, no ato da vacinação

Criança que apresenta e/ou se enquadra aos itens abaixo, caso tenha médico ou. clinica preferêncial, faça uma consulta antecipada e decida se pode ou não receber a vacina.

1. Criança em tratamento de doença cardíaca, doença renal, doença hepática, doenças do sangue e transtornos do desenvolvimento.

2. Na vacinação, as crianças que apresentarem febre em até 2 dias após a administração da vacina, erupção cutânea, urticária etc, imagina serem alérgicas.

3. Criança que já apresentou convulsão, idade quando da ocorrência, nesse caso se estava com febre, se ocorreu novamente; as condições para receber a vacinação, difere com o tipo da vacina. Fazer a consulta antes da vacinação.

4. Criança que no passado, foi diagnosticado com imunodeficiência ou familiares próximos ou imunodeficiência congênita.A composição dos ovos utilizados para a produção da vacina durante a incubação. Porque há elementos como Antibióticos e estabilizadores e a criança ser alérgica à esses elementos.

5. No caso de administração da vacina BCG, se existe paciente com tuberculose, e se houve contato por tempo prolongado. Crianças com suspeita de estarem infectados com TB no passado.

Cuidados gerais após a vacinação

1) Durante 30 minutos após a vacinação, ainda na instituição médica ou hospitalar, procure observar com atenção o estado do seu filho, ou procure estar em condição de manter contato rápido com o médico. Os efeitos colaterais graves costumam se manifestar nesse intervalo.
2) Fique atento para os possíveis efeitos colaterais por até quatro semanas apósa vacinação, no caso de vacinas vivas, ou uma semana, no caso de vacinas inativadas.
3) Mantenha limpo o local onde a vacina foi aplicada. O banho é permitido, masevite esfregar o local da aplicação.
4) No dia da vacinação, evite atividade física intensa.
5) Se a criança apresentar alguma reação anormal no local onde a vacina foi aplicada ou apresentar mudanças nas condições físicas após a vacinação, consulte um médico imediatamente

O que fazer caso seu filho apresente sinais de efeitos colaterais causado pela vacinação?

(1) Reações comuns -
Normalmente, dependendo do tipo de vacina, pode haver ocorrência de febre, vermelhidão, inchaço e endurecimento no local da injeção e erupção cutânea. Em muitos casos, esses sintomas desaparecem em alguns dias após, não havendo motivos para preocupações.

(2) Efeitos colaterais graves -
Caso seu filho apresente inchaço grave no local da aplicação, febre alta ou convulsões após a vacina, consulte um médico. Se os sintomas que seu filho apresentar indicar estar coerente com os critérios para a notificação dos efeitos colaterais ocorridos apósa vacinação, o médico informará ao governo municipal sobre esses efeitos colaterais. Embora os efeitos colaterais dependam do tipo de vacina, é extremamente raro quea vacinação (aproximadamente um para alguns milhões) provoque efeitos colaterais graves, como encefalite e neuropatia. Nesses casos, o Ministério da Saúde, do Trabalho e Bem-estar Social , em conformidade com a Lei de Vacinação Preventiva, considerá que o paciente foi prejudicado pela vacinação de rotina e o paciente será objeto de indenização de acordo com o que está previsto nessa Lei.

(3) Reações coincidentes
Os sintomas que ocorrem logo após a vacinação serão considerados, de modo geral, como sendo associados à vacinação. No entanto esses sintomas podem ter sido causados por outros tipos de contaminações que tenham se desenvolvido em época simultânea. Isto é chamado de “reações coincidentes”.

(4) O sistema de assistência atende as pessoas com saúde debilitada devido à vacinação

1) Uma pessoa que apresente efeitos colaterais causados pela vacinação de rotina e que venha a precisar de tratamento médico, ou que teve a sua capacidade de executar atividades diárias prejudicada devido aos danos, pode ser indenizada pelo governo, conforme a Lei de Vacinação Preventiva.
2) A indenização consiste no pagamento de despesas médicas, benefícios médicos,pensão especial para crianças com deficiência, aposentadoria por deficiência, indenização por morte e despesas de funeral, nos valores especificados pela Lei,de acordo com a gravidade da lesão. Toda as indenizações, exceto por morte, e despesas de funeral, será paga de forma contínua até a conclusão do tratamento ou melhora da saúde.
3) A indenização será paga ao paciente após a causa da lesão ser comprovada como resultante da vacinação. Esta comprovação será realizada pelo Comitêde Consultas do Governo, composto de especialistas em vacinação, medicina infecciosa, legislação e outras disciplinas relacionadas, que discutirão a relação relevante com a vacinação, por exemplo, se a lesão em questão foi causada pela vacinação ou por outros fatores (infecção anterior ou posterior à vacinação e outras causas).
4) Se uma criança deseja ser vacinada após o período designado, a vacinação não estará sob a abrangência da Lei de Vacinação Preventiva (será uma vacinação voluntária). Caso uma criança seja prejudicada pela vacinação, receberá apoio através de indenização de acordo com o que estabelece a Lei da Agênciade Dispositivos Médicos. Nestes casos o potencial beneficiário e o valor da compensação dependerão do tipo da doença, e os valores e condições serão distintos daqueles estabelecidos pela Lei da Vacinação Preventiva.

* Se você precisar enviar um formulário para indenização consulte: o médicoque entrevistou seu filho antes da vacinação, a clínica médica e a secretariamunicipal responsável pela vacinação.

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